A ironia é uma coisa muito bonita, mesmo. Dias de depois de (finalmente) ver os meus euros tristonhos gastos numa HDTV bem catita, o caixote branco da perdição oferece-me um blockbuster inesperado, bem capaz de transformar o amigo escrivão num mártir do entretenimento digital. Pois é, o ‘quase famoso’ RROD acariciou o meu cantinho jogável com uma facada a rasgar – lá se vão os fins-de-semana chuvosos acompanhados pela glória da alta definição. A equipa de atendimento da Microsoft fez questão de me aliviar a dor, com a promessa de uma reparação (ou troca) rápida – leia-se duas semanas no castigo. Mas não evitou o meu descontentamento, nem mais uma assinatura no livro de petições que morde a equipa responsável pelo hardware Xbox 360.
Mas talvez seja um sinal: tenho de me aplicar nos sucessos do passado, naqueles títulos que ainda hoje me fazem suar e ficar quieto a olhar para a tela. Ou não. De qualquer forma, sem o preciosismo da melhor resolução, vou namorando um King of Fighters, ou qualquer outro disco entupido de arte 2D bonitinha…
Ao leitor abençoado com vários anéis vermelhos da praxe: ainda se lembra da primeira vez?





PT Lyon
Deixa lá, estás como eu… lol
alguma vez tinha de ser. É o rrod, e morrer…
October 2, 2008 at 00:33
Abul-Fadl Nadr al-Atrabulusi
Podia ser pior. Podiam já ter passado os três anos… lol
October 14, 2008 at 12:43
TartarugaG
A minha consola também me brindou com o RROD, felizmente a assistência/apoio da Micro foi muito competente e não levou muito tempo para que tivesse de novo 360 a em casa, pronta para o vicio e livre de maleitas.
October 19, 2008 at 17:55