<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
		>
<channel>
	<title>Comments on: Violência, escárnio e maldizer.</title>
	<atom:link href="http://nowloading.biz/2008/09/07/violencia-escarnio-e-maldizer/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://nowloading.biz/2008/09/07/violencia-escarnio-e-maldizer/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Fri, 29 Jan 2010 15:07:20 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.9.2</generator>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
		<item>
		<title>By: Terebi-kun</title>
		<link>http://nowloading.biz/2008/09/07/violencia-escarnio-e-maldizer/comment-page-1/#comment-161</link>
		<dc:creator>Terebi-kun</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Dec 2008 23:23:53 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://nowloadingblog.wordpress.com/?p=159#comment-161</guid>
		<description>Sorry o double post, só reparei nisto depois:

&quot;Mas, se te deres ao trabalho de elaborar uma lista criteriosa de jogos com rating PEGI +18, vais encontrar muitos e bons exemplos (como este bem recente, da EA [imagem do Dead Space]&quot;

Não vi nem elaborei essa lista, mas faço aqui uma aposta: mais de 80% dos jogos dessa lista são +18 acima de tudo por serem muito violentos. Alguém alinha? =D

Apesar de tudo, a violência ainda é o conteúdo considerado adulto que tem mais aceitação social na America. Ficaria admirado se os jogos +18 nao aproveitassem isso.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sorry o double post, só reparei nisto depois:</p>
<p>&#8220;Mas, se te deres ao trabalho de elaborar uma lista criteriosa de jogos com rating PEGI +18, vais encontrar muitos e bons exemplos (como este bem recente, da EA [imagem do Dead Space]&#8221;</p>
<p>Não vi nem elaborei essa lista, mas faço aqui uma aposta: mais de 80% dos jogos dessa lista são +18 acima de tudo por serem muito violentos. Alguém alinha? =D</p>
<p>Apesar de tudo, a violência ainda é o conteúdo considerado adulto que tem mais aceitação social na America. Ficaria admirado se os jogos +18 nao aproveitassem isso.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Terebi-kun</title>
		<link>http://nowloading.biz/2008/09/07/violencia-escarnio-e-maldizer/comment-page-1/#comment-160</link>
		<dc:creator>Terebi-kun</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Dec 2008 23:08:54 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://nowloadingblog.wordpress.com/?p=159#comment-160</guid>
		<description>&quot;no cinema existem tantas comédias românticas e romance. Não sei como se poderá fazer isso nos videojogos&quot;

Tens muitos Dating Sims no Japão X) Sim, são mais livros que jogos, mas como jogo, já houve alguns me surpreenderam.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;no cinema existem tantas comédias românticas e romance. Não sei como se poderá fazer isso nos videojogos&#8221;</p>
<p>Tens muitos Dating Sims no Japão X) Sim, são mais livros que jogos, mas como jogo, já houve alguns me surpreenderam.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Daniel Costa</title>
		<link>http://nowloading.biz/2008/09/07/violencia-escarnio-e-maldizer/comment-page-1/#comment-159</link>
		<dc:creator>Daniel Costa</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Dec 2008 18:13:30 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://nowloadingblog.wordpress.com/?p=159#comment-159</guid>
		<description>Abul,

Claro, mas essas são politicas de licenciamento interno. Até dava uma boa discussão, mas não tem muito a ver com o caso...
Mas, se te deres ao trabalho de elaborar uma lista criteriosa de jogos com rating PEGI +18, vais encontrar muitos e bons exemplos (como este bem recente, da EA http://media.cnetnetworks.fr/gamekult-com/images/photos/00/00/98/95/ME0000989588_2.jpg).

Fiquei desiludido com o romance no Mass Effect, sabes? É que aturar horas e horas de engate desinibido para ver 2 segundos de celulite azulada... erm...
Mas é um dos meus títulos favoritos, desta &#039;geraçãozita&#039;!

Quanto à pergunta, aceita a gentileza; no inicio de 2009 respondo. Vai passando por este cantinho, que ficas a saber tudo... ;)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Abul,</p>
<p>Claro, mas essas são politicas de licenciamento interno. Até dava uma boa discussão, mas não tem muito a ver com o caso&#8230;<br />
Mas, se te deres ao trabalho de elaborar uma lista criteriosa de jogos com rating PEGI +18, vais encontrar muitos e bons exemplos (como este bem recente, da EA <a href="http://media.cnetnetworks.fr/gamekult-com/images/photos/00/00/98/95/ME0000989588_2.jpg)" rel="nofollow">http://media.cnetnetworks.fr/gamekult-com/images/photos/00/00/98/95/ME0000989588_2.jpg)</a>.</p>
<p>Fiquei desiludido com o romance no Mass Effect, sabes? É que aturar horas e horas de engate desinibido para ver 2 segundos de celulite azulada&#8230; erm&#8230;<br />
Mas é um dos meus títulos favoritos, desta &#8216;geraçãozita&#8217;!</p>
<p>Quanto à pergunta, aceita a gentileza; no inicio de 2009 respondo. Vai passando por este cantinho, que ficas a saber tudo&#8230; <img src='http://nowloading.biz/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Abul-Fadl Nadr al-Atrabulusi</title>
		<link>http://nowloading.biz/2008/09/07/violencia-escarnio-e-maldizer/comment-page-1/#comment-158</link>
		<dc:creator>Abul-Fadl Nadr al-Atrabulusi</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Dec 2008 17:58:05 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://nowloadingblog.wordpress.com/?p=159#comment-158</guid>
		<description>Não quero estragar o vosso namoro :P mas,

&quot;Mas, dizer que não existem videojogos para maiores de 18, mesmo no contexto referido, isso sim, é “exagerar um pouco” &quot;

Como sabes, a Sony, M$ e Nintendo não permitem jogos nas suas consolas com conteúdos que se classifiquem Adults Only. É isso que quero dizer com jogos para maiores de 18 anos e não necessáriamente que não existem jogos com o apelo &quot;adulto&quot; (ou o que se lhe queira chamar) que tal como referes bem, claro que os há.

Já agora, um bitaite solto: Eu costumo pensar... caramba, no cinema existem tantas comédias românticas e romance. Não sei como se poderá fazer isso nos videojogos, mas é estranho que quando algo se aproxima do romance, como o Mass Effect, aconteça tanto choro como foi o caso.

PS -- Já sabes se vais ser integrado na nova Nintendo Ibérica? (tinha de perguntar :P )</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não quero estragar o vosso namoro <img src='http://nowloading.biz/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' />  mas,</p>
<p>&#8220;Mas, dizer que não existem videojogos para maiores de 18, mesmo no contexto referido, isso sim, é “exagerar um pouco” &#8221;</p>
<p>Como sabes, a Sony, M$ e Nintendo não permitem jogos nas suas consolas com conteúdos que se classifiquem Adults Only. É isso que quero dizer com jogos para maiores de 18 anos e não necessáriamente que não existem jogos com o apelo &#8220;adulto&#8221; (ou o que se lhe queira chamar) que tal como referes bem, claro que os há.</p>
<p>Já agora, um bitaite solto: Eu costumo pensar&#8230; caramba, no cinema existem tantas comédias românticas e romance. Não sei como se poderá fazer isso nos videojogos, mas é estranho que quando algo se aproxima do romance, como o Mass Effect, aconteça tanto choro como foi o caso.</p>
<p>PS &#8212; Já sabes se vais ser integrado na nova Nintendo Ibérica? (tinha de perguntar <img src='http://nowloading.biz/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' />  )</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Daniel Costa</title>
		<link>http://nowloading.biz/2008/09/07/violencia-escarnio-e-maldizer/comment-page-1/#comment-157</link>
		<dc:creator>Daniel Costa</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Dec 2008 15:30:25 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://nowloadingblog.wordpress.com/?p=159#comment-157</guid>
		<description>Terebi-kun,

Antes de mais, não sou dono da verdade. Tudo o que lês neste cantinho são apenas opiniões de um tipo bem disposto. Portanto, até agradeço a pimenta na discussão :)

Começando pelo fim;
&quot;(...)Não é, “aqui em Portugal a situação é pior que em outro sítio qualquer da Europa” (como é que se classifica uma coisa assim e se encontra o pior?), mas mais “encontro pessoas com Wii que nunca imaginei que viessem a comprar um consola”.&quot;

Trabalho todos os dias com distribuidoras e editoras (Europa) e, portanto a minha crítica é construtiva. Mas, não digo nem escrevo que &quot;em Portugal a situação é pior que em outro sítio qualquer da Europa&quot;; prefiro sublinhar a ignorância triste, mas explicada, dos nossos consumidores. Mas, para o registo, estou longe de estar acomodado com a situação, como certamente entendes-te.
E fico muito satisfeito pela aceitação moderada que a Wii tem tido em Portugal, mais, trabalho directamente para melhorar a coisa e levar a ideia da Wii ao maior número possível de portugueses. Mas não te iludas; mesmo com o conceito único e ganhador no resto da Europa, a fatia de consumidores da Wii em Portugal é díspar, e espelha trechos do que escrevi anteriormente.

&quot;(...)o que me fez responder de novo é ficar com a impressão que esta frase tem mais a ver com o que os “gamers” acham que as pessoas pensam, do que com o que as pessoas pensam de facto.&quot;

Achei a comparação que fizeste com o fenómeno da BD muito interessante, mas utilizar expressões como &quot;gamers&quot; ou &quot;hardcore&quot; nesta discussão é, no mínimo, despropositado. É tudo uma questão de interpretação, ou seja, quem joga habitualmente lê o sangue digital de uma forma bastante diferente da dona casa típica. Mais uma vez, e para justificar a afirmação, tenho de insistir: tem tudo a ver com cultura e aceitação do novo e diferente. Nada mais que isto. ;)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Terebi-kun,</p>
<p>Antes de mais, não sou dono da verdade. Tudo o que lês neste cantinho são apenas opiniões de um tipo bem disposto. Portanto, até agradeço a pimenta na discussão <img src='http://nowloading.biz/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Começando pelo fim;<br />
&#8220;(&#8230;)Não é, “aqui em Portugal a situação é pior que em outro sítio qualquer da Europa” (como é que se classifica uma coisa assim e se encontra o pior?), mas mais “encontro pessoas com Wii que nunca imaginei que viessem a comprar um consola”.&#8221;</p>
<p>Trabalho todos os dias com distribuidoras e editoras (Europa) e, portanto a minha crítica é construtiva. Mas, não digo nem escrevo que &#8220;em Portugal a situação é pior que em outro sítio qualquer da Europa&#8221;; prefiro sublinhar a ignorância triste, mas explicada, dos nossos consumidores. Mas, para o registo, estou longe de estar acomodado com a situação, como certamente entendes-te.<br />
E fico muito satisfeito pela aceitação moderada que a Wii tem tido em Portugal, mais, trabalho directamente para melhorar a coisa e levar a ideia da Wii ao maior número possível de portugueses. Mas não te iludas; mesmo com o conceito único e ganhador no resto da Europa, a fatia de consumidores da Wii em Portugal é díspar, e espelha trechos do que escrevi anteriormente.</p>
<p>&#8220;(&#8230;)o que me fez responder de novo é ficar com a impressão que esta frase tem mais a ver com o que os “gamers” acham que as pessoas pensam, do que com o que as pessoas pensam de facto.&#8221;</p>
<p>Achei a comparação que fizeste com o fenómeno da BD muito interessante, mas utilizar expressões como &#8220;gamers&#8221; ou &#8220;hardcore&#8221; nesta discussão é, no mínimo, despropositado. É tudo uma questão de interpretação, ou seja, quem joga habitualmente lê o sangue digital de uma forma bastante diferente da dona casa típica. Mais uma vez, e para justificar a afirmação, tenho de insistir: tem tudo a ver com cultura e aceitação do novo e diferente. Nada mais que isto. <img src='http://nowloading.biz/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Terebi-kun</title>
		<link>http://nowloading.biz/2008/09/07/violencia-escarnio-e-maldizer/comment-page-1/#comment-156</link>
		<dc:creator>Terebi-kun</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Dec 2008 13:11:48 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://nowloadingblog.wordpress.com/?p=159#comment-156</guid>
		<description>Bem, pode-se dizer que o Abul e eu respondemos à hipérbole que vimos no texto com outra hipérbole. =) No entanto,

&quot;a própria cultura de outros países europeus põe os videojogos noutro saco; que nós nem temos…&quot;

Mas será assim de facto? O que me fez responder de novo é ficar com a impressão que esta frase tem mais a ver com o que os &quot;gamers&quot; acham que as pessoas pensam, do que com o que as pessoas pensam de facto. Vi nesta frase outra vez a mesma luta que houve (e ainda há) sobre a aceitação da banda desenhada no Ocidente, entre quem gosta de banda desenhada ocidental.

A história é a mesma: há um meio que começa a emergir, quem já o conhece aplaude, quem não o conhece desconfia e até o usa como bode expiatório. A certo momento, as mentalidades começam a mudar, o meio começa a ganhar aceitação, mas quem apoiou o meio desde início parece que se sente ressentido: por um lado, continua a achar que as pessoas, de uma maneira geral, olham de lado para o meio. Por outro, sente que o meio não evoluiu como elas próprias queriam.

Olhando para os jogos, neste momento estão numa fase muito boa, em termos de ganharem aceitação. Mas tal como na BD, NÃO é por causa de obras, com qualidade inegável e que fazem por elevar os jogos, como o Bioshock. É sim, graças a jogos que trouxeram pessoas novas para os jogos. Começou com os &quot;party games&quot; na PS2 (Buzz, Singstar, Guitar Hero), e tem explodido em grande parte por causa da Wii. E tal como na BD, estas iniciativas que estão a trazer um novo público, são vistas, de maneira geral, com muito maus olhos pelos fãs antigos mais acérrimos.

Portanto, os problemas descristos no comment creio que são, acima de tudo, devido a falta de contacto com o meio, que está precisamente neste momento a evoluir de uma boa forma em Portugal (graças ao esforço de muita gente, também). Não é, &quot;aqui em Portugal a situação é pior que em outro sítio qualquer da Europa&quot; (como é que se classifica uma coisa assim e se encontra o pior?), mas mais &quot;encontro pessoas com Wii que nunca imaginei que viessem a comprar um consola&quot;.


Peço já desculpa pelas harsh words, até porque acho que respondeste educadamente aos dois comments que fiz =&#124;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bem, pode-se dizer que o Abul e eu respondemos à hipérbole que vimos no texto com outra hipérbole. =) No entanto,</p>
<p>&#8220;a própria cultura de outros países europeus põe os videojogos noutro saco; que nós nem temos…&#8221;</p>
<p>Mas será assim de facto? O que me fez responder de novo é ficar com a impressão que esta frase tem mais a ver com o que os &#8220;gamers&#8221; acham que as pessoas pensam, do que com o que as pessoas pensam de facto. Vi nesta frase outra vez a mesma luta que houve (e ainda há) sobre a aceitação da banda desenhada no Ocidente, entre quem gosta de banda desenhada ocidental.</p>
<p>A história é a mesma: há um meio que começa a emergir, quem já o conhece aplaude, quem não o conhece desconfia e até o usa como bode expiatório. A certo momento, as mentalidades começam a mudar, o meio começa a ganhar aceitação, mas quem apoiou o meio desde início parece que se sente ressentido: por um lado, continua a achar que as pessoas, de uma maneira geral, olham de lado para o meio. Por outro, sente que o meio não evoluiu como elas próprias queriam.</p>
<p>Olhando para os jogos, neste momento estão numa fase muito boa, em termos de ganharem aceitação. Mas tal como na BD, NÃO é por causa de obras, com qualidade inegável e que fazem por elevar os jogos, como o Bioshock. É sim, graças a jogos que trouxeram pessoas novas para os jogos. Começou com os &#8220;party games&#8221; na PS2 (Buzz, Singstar, Guitar Hero), e tem explodido em grande parte por causa da Wii. E tal como na BD, estas iniciativas que estão a trazer um novo público, são vistas, de maneira geral, com muito maus olhos pelos fãs antigos mais acérrimos.</p>
<p>Portanto, os problemas descristos no comment creio que são, acima de tudo, devido a falta de contacto com o meio, que está precisamente neste momento a evoluir de uma boa forma em Portugal (graças ao esforço de muita gente, também). Não é, &#8220;aqui em Portugal a situação é pior que em outro sítio qualquer da Europa&#8221; (como é que se classifica uma coisa assim e se encontra o pior?), mas mais &#8220;encontro pessoas com Wii que nunca imaginei que viessem a comprar um consola&#8221;.</p>
<p>Peço já desculpa pelas harsh words, até porque acho que respondeste educadamente aos dois comments que fiz =|</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Daniel Costa</title>
		<link>http://nowloading.biz/2008/09/07/violencia-escarnio-e-maldizer/comment-page-1/#comment-155</link>
		<dc:creator>Daniel Costa</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Dec 2008 11:22:58 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://nowloadingblog.wordpress.com/?p=159#comment-155</guid>
		<description>Terebi-Kun,

Não quis, nem quero, dar tanta importância assim ao que se passa na... Finlândia. Pelo menos neste texto. :)
Mas, como referi num comentário anterior, a própria cultura de outros países europeus põe os videojogos noutro saco; que nós nem temos...

Concordo com alguma esquizofrenia da indústria, em relação a alguns temas. Mas, dizer que não existem videojogos para maiores de 18, mesmo no contexto referido, isso sim, é &quot;exagerar um pouco&quot; ;)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Terebi-Kun,</p>
<p>Não quis, nem quero, dar tanta importância assim ao que se passa na&#8230; Finlândia. Pelo menos neste texto. <img src='http://nowloading.biz/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /><br />
Mas, como referi num comentário anterior, a própria cultura de outros países europeus põe os videojogos noutro saco; que nós nem temos&#8230;</p>
<p>Concordo com alguma esquizofrenia da indústria, em relação a alguns temas. Mas, dizer que não existem videojogos para maiores de 18, mesmo no contexto referido, isso sim, é &#8220;exagerar um pouco&#8221; <img src='http://nowloading.biz/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Terebi-kun</title>
		<link>http://nowloading.biz/2008/09/07/violencia-escarnio-e-maldizer/comment-page-1/#comment-154</link>
		<dc:creator>Terebi-kun</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Dec 2008 05:18:35 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://nowloadingblog.wordpress.com/?p=159#comment-154</guid>
		<description>Xiça, pelos vistos é difícil dizer &quot;Se calhar exagerei um pouco em relação à maneira como disse que os jogos são encarados nos outros países europeus&quot; X)

Os jogos estão em momento de transição, de maneira geral são tratados mal em qualquer lado, e não são tratados muito pior em Portugal que noutros países. Até na Finlândia encontrarás um jornaleco que tenha esse tipo de notícias. Ainda haverá hoje em dia quem diga que a sociedade está como está por causa do Rock &amp; Roll =D


&quot;joga The Darkness e The Witcher. Narrativa e paleta bem adulta, acredita.&quot;

Levantas aqui um ponto interessante. Ainda no outro dia tive numa discussão sobre o que tornava algo &quot;adulto&quot;, porque o ser adulto vai além da violência e do sexo. Aliás, violência e sexo, só por si, é característico do que um adolescente consome.

Não há mal nenhum nisso, é assim que nós somos, e também não há problema em já em adultos, continuar a consumir este tipo de coisas (Naruto é para adolescentes, mas não deixo de gostar de ver e vibrar). É preciso é ter noção do que aquilo é realmente, e do que é que não é.

Não é o sexo, a violência, ou até plots muito densos que faz um jogo ser mais adulto (livros para adolescentes trazem isso tudo, e não é isso que os faz adultos). A maneira como estes temas são tratados poderão fazer a diferença. Faltam também muito a introdução de outros temas. O Abul deu um exemplo. Eu dou outro mais flagrante, relações entre pessoas, amorosas ou não. É muito raro ver as relações fazerem parte de um jogo, e quando o são, são tratadas ao nível das relações entre adolescentes (os adolescentes têm sexo, by the way =P).

Creio que é neste sentido que o Abul falava em não haver jogos para &gt;18, no fundo é dizer que há ainda uma grande falta de maturidade na maneira como a indústria trata dos temas nos jogos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Xiça, pelos vistos é difícil dizer &#8220;Se calhar exagerei um pouco em relação à maneira como disse que os jogos são encarados nos outros países europeus&#8221; X)</p>
<p>Os jogos estão em momento de transição, de maneira geral são tratados mal em qualquer lado, e não são tratados muito pior em Portugal que noutros países. Até na Finlândia encontrarás um jornaleco que tenha esse tipo de notícias. Ainda haverá hoje em dia quem diga que a sociedade está como está por causa do Rock &amp; Roll =D</p>
<p>&#8220;joga The Darkness e The Witcher. Narrativa e paleta bem adulta, acredita.&#8221;</p>
<p>Levantas aqui um ponto interessante. Ainda no outro dia tive numa discussão sobre o que tornava algo &#8220;adulto&#8221;, porque o ser adulto vai além da violência e do sexo. Aliás, violência e sexo, só por si, é característico do que um adolescente consome.</p>
<p>Não há mal nenhum nisso, é assim que nós somos, e também não há problema em já em adultos, continuar a consumir este tipo de coisas (Naruto é para adolescentes, mas não deixo de gostar de ver e vibrar). É preciso é ter noção do que aquilo é realmente, e do que é que não é.</p>
<p>Não é o sexo, a violência, ou até plots muito densos que faz um jogo ser mais adulto (livros para adolescentes trazem isso tudo, e não é isso que os faz adultos). A maneira como estes temas são tratados poderão fazer a diferença. Faltam também muito a introdução de outros temas. O Abul deu um exemplo. Eu dou outro mais flagrante, relações entre pessoas, amorosas ou não. É muito raro ver as relações fazerem parte de um jogo, e quando o são, são tratadas ao nível das relações entre adolescentes (os adolescentes têm sexo, by the way =P).</p>
<p>Creio que é neste sentido que o Abul falava em não haver jogos para &gt;18, no fundo é dizer que há ainda uma grande falta de maturidade na maneira como a indústria trata dos temas nos jogos.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Daniel Costa</title>
		<link>http://nowloading.biz/2008/09/07/violencia-escarnio-e-maldizer/comment-page-1/#comment-153</link>
		<dc:creator>Daniel Costa</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Oct 2008 08:27:22 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://nowloadingblog.wordpress.com/?p=159#comment-153</guid>
		<description>Abul;

De um jogador para outro: joga The Darkness e The Witcher. Narrativa e paleta bem adulta, acredita.

Quanto à ideia que estás a tentar passar, está mais próxima da minha crítica inicial do que pensas. Repara que, quando digo que nalguns países da Europa os videojogos são encarados como uma ramificação do entretenimento, não significa que No More Heroes tenha direito a um debate e apresentação no prime-time televisivo. Mas em vários países da U.E., podes comprar qualquer videojogo com a mesma taxa de imposto... de um livro. Porquê? Porque os videojogos são encarados como um objecto cultural, como um DVD, CD ou Livro.
Penso que não vale a pena discutir-mos a posição do IGAC no nosso mercado, certo?

Tenho alguma responsabilidade ao dizer que em Portugal (desculpa a insistência) os videojogos são tratados à &#039;paulada&#039;, num sistema podre e menos aberto que na grande maioria dos restantes países Europeus. Trabalho todos os dias para tentar melhorar a situação, no pouco espaço e capacidade que tenho para o efeito.

PS: Obrigado pelos comentários interessantes! ;)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Abul;</p>
<p>De um jogador para outro: joga The Darkness e The Witcher. Narrativa e paleta bem adulta, acredita.</p>
<p>Quanto à ideia que estás a tentar passar, está mais próxima da minha crítica inicial do que pensas. Repara que, quando digo que nalguns países da Europa os videojogos são encarados como uma ramificação do entretenimento, não significa que No More Heroes tenha direito a um debate e apresentação no prime-time televisivo. Mas em vários países da U.E., podes comprar qualquer videojogo com a mesma taxa de imposto&#8230; de um livro. Porquê? Porque os videojogos são encarados como um objecto cultural, como um DVD, CD ou Livro.<br />
Penso que não vale a pena discutir-mos a posição do IGAC no nosso mercado, certo?</p>
<p>Tenho alguma responsabilidade ao dizer que em Portugal (desculpa a insistência) os videojogos são tratados à &#8216;paulada&#8217;, num sistema podre e menos aberto que na grande maioria dos restantes países Europeus. Trabalho todos os dias para tentar melhorar a situação, no pouco espaço e capacidade que tenho para o efeito.</p>
<p>PS: Obrigado pelos comentários interessantes! <img src='http://nowloading.biz/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Abul-Fadl Nadr al-Atrabulusi</title>
		<link>http://nowloading.biz/2008/09/07/violencia-escarnio-e-maldizer/comment-page-1/#comment-152</link>
		<dc:creator>Abul-Fadl Nadr al-Atrabulusi</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Oct 2008 22:04:49 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://nowloadingblog.wordpress.com/?p=159#comment-152</guid>
		<description>Quero colocar em perspectiva que estou a responder a isto:
&quot;Aliás, noutras sociedades Europeias, os videojogos são encarados (com a maior naturalidade) como um ramo importante da cultura lúdica, na mesma árvore do cinema e música, por exemplo.&quot;

E resumo a minha ideia como, há sociedades melhores e piores. Portugal não é das piores. A Alemanha é bem pior. De modo geral são todos maus, mesmo as melhores. E estão longe, os videojogos, de em qualquer uma delas ser considerado em relação às outras formas de entertenimento com essa facilidade evidente na tua frase


P.S, - Acrescentando mais qualquer coisita para a discussão:

Eles não existem às resmas porque simplesmente não existem.  E Max Payne, Alan Wake? The Darkness? (são os que conheço) Isso não são jogos &gt;18. Não estou à procura de sangue.

Quero uma narrativa como o Summer of Love num videojogo. Quero que jogos para maiores de 18 anos possam ser publicados nas consolas e tenham um circuito comercial (nos EUA não existe pura e simplesmente). Que publishers estejam dispostas a marktear esses jogos.

 Eu não quero &quot;interpretar a violência&quot;. Eu quero é que os conteúdos de um videojogos sejam interpretados, e que haja possibilidade do jogo que os contenha, possa ser vendido a quem se adequam e não tenham de sofrer cortes para poder agradar a publishers, comissões de rating, produtores de hardware, devido à outra opção ser deixar pura e simplesmente de vender o jogo.

This film is not been rated é um filme que fala sobre a podridão do sistema comercial de filmes (no caso, dos EUA) mas parece-me uma base de partida para se pensar &quot;videojogos&quot;.

P.S.2 - Eu sei que já. Google Reader FTW :P só ag me apeteceu comentar :P</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Quero colocar em perspectiva que estou a responder a isto:<br />
&#8220;Aliás, noutras sociedades Europeias, os videojogos são encarados (com a maior naturalidade) como um ramo importante da cultura lúdica, na mesma árvore do cinema e música, por exemplo.&#8221;</p>
<p>E resumo a minha ideia como, há sociedades melhores e piores. Portugal não é das piores. A Alemanha é bem pior. De modo geral são todos maus, mesmo as melhores. E estão longe, os videojogos, de em qualquer uma delas ser considerado em relação às outras formas de entertenimento com essa facilidade evidente na tua frase</p>
<p>P.S, &#8211; Acrescentando mais qualquer coisita para a discussão:</p>
<p>Eles não existem às resmas porque simplesmente não existem.  E Max Payne, Alan Wake? The Darkness? (são os que conheço) Isso não são jogos &gt;18. Não estou à procura de sangue.</p>
<p>Quero uma narrativa como o Summer of Love num videojogo. Quero que jogos para maiores de 18 anos possam ser publicados nas consolas e tenham um circuito comercial (nos EUA não existe pura e simplesmente). Que publishers estejam dispostas a marktear esses jogos.</p>
<p> Eu não quero &#8220;interpretar a violência&#8221;. Eu quero é que os conteúdos de um videojogos sejam interpretados, e que haja possibilidade do jogo que os contenha, possa ser vendido a quem se adequam e não tenham de sofrer cortes para poder agradar a publishers, comissões de rating, produtores de hardware, devido à outra opção ser deixar pura e simplesmente de vender o jogo.</p>
<p>This film is not been rated é um filme que fala sobre a podridão do sistema comercial de filmes (no caso, dos EUA) mas parece-me uma base de partida para se pensar &#8220;videojogos&#8221;.</p>
<p>P.S.2 &#8211; Eu sei que já. Google Reader FTW <img src='http://nowloading.biz/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' />  só ag me apeteceu comentar <img src='http://nowloading.biz/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Daniel Costa</title>
		<link>http://nowloading.biz/2008/09/07/violencia-escarnio-e-maldizer/comment-page-1/#comment-151</link>
		<dc:creator>Daniel Costa</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Oct 2008 13:16:53 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://nowloadingblog.wordpress.com/?p=159#comment-151</guid>
		<description>Abul;

Recomendo uma segunda leitura do meu texto...
Sei que os &#039;El Dourado&#039; não existem ás resmas por essa Europa fora, mas pintas a cena a tinta escura de mais.

&quot;Quem são os países que produzem videojogos? Essas empresas se tivessem em países onde os videojogos são encarados como uma cultura igual à TV, haveria conteúdos para maiores de 18 anos.&quot;

Remedy Entertainment - Finlândia (Max Payne, Alan Wake)

Starbreeze Studios - Suécia (Chronicles of Riddick: Escape from Butcher Bay, The Darkness)

CD Projekt - Polónia (The Witcher)

Precisas de exemplos de sangue digital vindo do Chipre?

Quanto à interpretação da violência nos videojogos, já esbati muita tecla à conta do assunto. Convido-te a vasculhar alguns artigos em arquivo aqui neste blogzito... ;)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Abul;</p>
<p>Recomendo uma segunda leitura do meu texto&#8230;<br />
Sei que os &#8216;El Dourado&#8217; não existem ás resmas por essa Europa fora, mas pintas a cena a tinta escura de mais.</p>
<p>&#8220;Quem são os países que produzem videojogos? Essas empresas se tivessem em países onde os videojogos são encarados como uma cultura igual à TV, haveria conteúdos para maiores de 18 anos.&#8221;</p>
<p>Remedy Entertainment &#8211; Finlândia (Max Payne, Alan Wake)</p>
<p>Starbreeze Studios &#8211; Suécia (Chronicles of Riddick: Escape from Butcher Bay, The Darkness)</p>
<p>CD Projekt &#8211; Polónia (The Witcher)</p>
<p>Precisas de exemplos de sangue digital vindo do Chipre?</p>
<p>Quanto à interpretação da violência nos videojogos, já esbati muita tecla à conta do assunto. Convido-te a vasculhar alguns artigos em arquivo aqui neste blogzito&#8230; <img src='http://nowloading.biz/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Abul-Fadl Nadr al-Atrabulusi</title>
		<link>http://nowloading.biz/2008/09/07/violencia-escarnio-e-maldizer/comment-page-1/#comment-150</link>
		<dc:creator>Abul-Fadl Nadr al-Atrabulusi</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Oct 2008 12:54:06 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://nowloadingblog.wordpress.com/?p=159#comment-150</guid>
		<description>Não me parece que a questão seja em contentarem-se. Trata-se dum modelo de negócio que me parece o mais adequado para um país como nosso. Leia-se, ainda sem tradição na produção de videojogos.

Há duas maneiras de começar: como o ugo volt que passados 2 anos e tal (e só estou a contar quando arranjaram o investidor via business angels) faz uma empresa fechar. Ou por baixo, com a filosofia da GameInvest onde talvez o caso de maior sucesso esteja na RTS.
Jogos casual e rápidos. Parece-me ser este o caminho para que a experiência seja adquirida, reputação consolidada (que é de tal maneira dificil que só com uma holding nacional como a GI a fazer as relações externas pelos estúdios foi possível começar a editar jogos nas consolas) e claro, dinheiro venha o sucesso.

&quot;Aliás, noutras sociedades Europeias, os videojogos são encarados (com a maior naturalidade) como um ramo importante da cultura lúdica, na mesma árvore do cinema e música, por exemplo.&quot;

Estou totalmente em desacordo. Talvez penses assim pela forma pré-programa de se pensar em Portugal: se cá tá mal, é porque somos uns tristes e lá fora é bem melhor.
Quem são os países que produzem videojogos? Essas empresas se tivessem em países onde os videojogos são encarados como uma cultura igual à TV, haveria conteúdos para maiores de 18 anos. Não há, até porque os próprios fabricantes das consolas, que não são portugueses, nem deixam na primeira instância a sua publicação.
Em que países o Fallout 3 é banido? Que países obrigaram a versão europeia do No More Heroes viesse com sangue preto? Quem é que baniu o Gears of War 2?
Que se discuta os problemas, que os há, em Portugal. Mas não merece apena fazer comparações com um suposto el dourado que há é no estrangeiro que no fundo, não há.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não me parece que a questão seja em contentarem-se. Trata-se dum modelo de negócio que me parece o mais adequado para um país como nosso. Leia-se, ainda sem tradição na produção de videojogos.</p>
<p>Há duas maneiras de começar: como o ugo volt que passados 2 anos e tal (e só estou a contar quando arranjaram o investidor via business angels) faz uma empresa fechar. Ou por baixo, com a filosofia da GameInvest onde talvez o caso de maior sucesso esteja na RTS.<br />
Jogos casual e rápidos. Parece-me ser este o caminho para que a experiência seja adquirida, reputação consolidada (que é de tal maneira dificil que só com uma holding nacional como a GI a fazer as relações externas pelos estúdios foi possível começar a editar jogos nas consolas) e claro, dinheiro venha o sucesso.</p>
<p>&#8220;Aliás, noutras sociedades Europeias, os videojogos são encarados (com a maior naturalidade) como um ramo importante da cultura lúdica, na mesma árvore do cinema e música, por exemplo.&#8221;</p>
<p>Estou totalmente em desacordo. Talvez penses assim pela forma pré-programa de se pensar em Portugal: se cá tá mal, é porque somos uns tristes e lá fora é bem melhor.<br />
Quem são os países que produzem videojogos? Essas empresas se tivessem em países onde os videojogos são encarados como uma cultura igual à TV, haveria conteúdos para maiores de 18 anos. Não há, até porque os próprios fabricantes das consolas, que não são portugueses, nem deixam na primeira instância a sua publicação.<br />
Em que países o Fallout 3 é banido? Que países obrigaram a versão europeia do No More Heroes viesse com sangue preto? Quem é que baniu o Gears of War 2?<br />
Que se discuta os problemas, que os há, em Portugal. Mas não merece apena fazer comparações com um suposto el dourado que há é no estrangeiro que no fundo, não há.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>
